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Imagine um ambiente de colaboração em que pesquisadores, organizações públicas e privadas e a comunidade, em geral, encontrem juntos soluções inovadoras para atender às necessidades da população.

Este é o conceito do São Paulo: open innovation in health (inovação aberta em saúde), uma iniciativa das Secretarias de Governo do Estado e de Saúde, em conjunto com a Embaixada do Reino Unido, com a participação das organizações britânicas Nesta e 100%Open e da Fundação Instituto de Administração – FIA, com o apoio da área de Gestão de Tecnologia em Educação (GTE), da Fundação Vanzolini.

O projeto, que tem como objetivo acelerar a incorporação de resultados de pesquisa científica em produtos e serviços que contribuam para a melhoria da saúde da população, conta ainda com a participação do Instituto Adolfo Lutz na realização de um projeto piloto que possibilite testar estratégias/soluções mapeadas.

A iniciativa se orienta pelo conceito de Ecossistema de Inovação Aberta, em que os atores engajados, regramentos inteligentes e espaços de articulação eficazes estimulam a mobilidade de conhecimentos, a articulação de interesses e o alinhamento das pesquisas com necessidades emergentes e o desenvolvimento de novas soluções. Esse é o construto proposto no âmbito do presente Projeto: ele leva em consideração tanto o modelo de negócios dos agentes econômicos privados como o interesse público do setor de Saúde, reforçando os trabalhos que vêm sendo desenvolvidos pelas Secretarias da Saúde e do Governo.

 

Apoio da GTE/Fundação Vanzolini

O projeto contará com a a expertise britânica em pesquisa nas áreas da saúde e inovação, que se dá integrada em redes, congregando institutos de pesquisa, empresas e investidores em âmbito internacional. Serão realizados estudos e oficinas para o desenho de alternativas, considerando modelos técnicos, jurídicos e organizacionais.

A ideia é que os resultados dessa iniciativa pioneira de cooperação indiquem modelos de inovação aberta, não apenas para a área da saúde, mas para a exploração do potencial de inovação no âmbito do Governo do Estado como um todo.

O projeto é financiado pelo FCO – Foreign & Commonwealth Office, Departamento Ministerial do Exterior e da Comunidade de Nações, por meio do Prosperity Fund. Os recursos do fundo britânico são repassados a instituições não governamentais, que operam como “agentes implementadores”. O agente implementador paulista é a Fundação Carlos Alberto Vanzolini, contando com a parceria técnica especializada da Fundação Instituto de Administração.

O projeto será desenvolvido até março do ano que vem.