Blockchain

Tudo começou em 2009 como um sistema para trocar moedas virtuais, as criptomoedas, com confiança e segurança.

Mas hoje a solução blockchain tem sido usada não só para simples transferências financeiras, mas, entre outras possibilidades,  progressivamente para remuneração direta de autores, contratos inteligentes, economia compartilhada e monetização de dados pessoais: as informações geradas por um cidadão ou por uma empresa, por exemplo, podem envolver apenas transações (inclusive remuneração) entre o utilizador final e o detentor original desses dados, sem intermediários como hoje (Google, Facebook etc.), e protegendo sua privacidade. O blockchain é basicamente um banco de dados distribuídos que funciona como uma espécie de livro de caixa gigantesco e virtual, onde são registradas todas as transações e trocas de quem faz parte do sistema em blocos. Esses blocos são criptografados e todos que fazem parte do sistema têm acesso a essas criptografias de maneira descentralizada e transparente. Dessa maneira, não é necessária a confiança em um terceiro para que os dados de contabilidade estejam corretos e não sejam fraudados.

GTE e o blockchain

A área de Gestão de Tecnologias da Educação (GTE), da Fundação Vanzolini, deu apoio ao evento “Revolução Blockchain”. O encontro foi resultado de uma parceria entre a SDECTI – Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Investe SP, Consulado do Canadá e BRI – Blockchain Research Institute (do Canadá), e reuniu entusiastas, empreendedores e pesquisadores executivos para discutir e aprofundar os conhecimentos sobre o tema.

Don Tapscott, uma das maiores autoridades em tecnologia e inovação do Canadá, autor de vários livros e pesquisas sobre economia digital, apresentou sua visão sobre o blockchain aplicado ao setor público.

O encontro foi transmitido pela web, em português e inglês, em dois canais simultâneos, com o suporte da GTE/FCAV.

Acesse aqui para assistir ao evento.