Desde que o primeiro caso brasileiro de contaminação pelo novo coronavírus foi anunciado, no final de fevereiro, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo tem encontrado várias alternativas para ampliar a sua capacidade de formação dos profissionais que estão na linha de frente no combate à COVID-19. O Saúde em Rede, projeto implementado e gerido pela Fundação Vanzolini desde 2016, tem sido um dos recursos utilizados para aproximar as distâncias que separam tantos profissionais mobilizados neste momento.

De uma sala na sede da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD), localizada na capital paulista, a informação é distribuída via webconferência às equipes regionais. Mas algumas transmissões têm um alcance ainda maior, atingindo não só o Estado de São Paulo, como também Secretarias de Saúde de outras regiões do país, como Manaus e Goiás.

Os assuntos são sempre tratados com a presença de diferentes especialistas da área da saúde e vão desde o compartilhamento de informações estratégicas para apoiar as tomadas de decisões dos órgãos responsáveis pela prevenção e combate ao novo coronavírus, passando por estudos de casos nacionais e internacionais, a análise da curva de contaminação em outros países, como também elaboração de protocolos de atendimento e formações específicas voltadas a diferentes equipes compostas por enfermeiros, médicos, técnicos etc. Uma das pautas recentes tratou do atendimento à gestante e à mulher em fase de amamentação, com transmissão para hospitais e profissionais ligados à saúde da mulher e da criança. Em todas as transmissões é possível manter interação via áudio, vídeo ou chat, permitindo o esclarecimento de dúvidas e fazendo com que as orientações sejam amplificadas.

Saúde em Rede

As soluções tecnológicas colaborativas do Saúde em Rede incluem, além de webconferências, videoconferências, produção de videoaulas e transmissões por streaming. Para atender a Secretaria, existe uma estrutura composta por 154 pontos de presença, sendo 130 de webconferências e 24 de videoconferências, distribuídos em todas as regiões do Estado. Para que as transmissões aconteçam, há três pontos geradores: uma Sala de Comunicação Estratégica na CCD e um estúdio no Centro de Formação de Recursos Humanos (CEFOR) e Instituto Adolfo Lutz.

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